Olhos D’Água

Uma nascente de expressão e troca de idéias… sobre o cotidiano; reminicências e as Mídias e o Serviço Social.Mas, há espaço para a poesia; a música; o humor etc. e tal…

29/9/08

Fui selecionada… Opa!!!

 

Iniciei no último dia 27 de setembro (sábado) o curso de extensão: O Trabalho do Assistente Social na Área Educação, promovido pela Comissão de Educação do Conselho Regional de Serviço Social - RJ.

 

Os encontros acontecerão aos sábados de 9h as 17h, com previsão de término em 29 de novembro.

 

Fiquei surpresa com minha seleção, muito embora, lá no fundo houvesse uma ponta de esperança em poder participar deste evento, já que todas as minhas experiências ligadas ao Serviço Social, sempre foram na área da educação.

 

Na fase acadêmica, fiz estágio durante um ano no campo da Educação Especial, através da instituição filantrópica Sociedade Pestalozzi do Brasil, no Setor de Oficinas Pedagógicas, espaço de atendimento aos adolescentes e adultos portadores de necessidades especiais com vínculo institucional. Foi uma experiência muito interessante.

 

O objeto de trabalho do Serviço Social era o atendimento às familias e aos aprendizes, através de grupos operativos. Nas reuniões de grupo se discutia as demandas que cada membro trazia para o debate. Todos nós saíamos com algum aprendizado sobre as questões discuitidas; o contexto social da época; em relação às realidades sociais de cada componente do grupo e de suas respectivas famílias; os processos de enfrentamento de discriminação pelos quais passavam e, com certeza o fortalecimento de nosso novo olhar sobre o "deficiente".

 

Atualmente, como assistente social, nos últimos quatro anos, tenho prestado serviços temporários na área de Ensino Superior.

 

Daí as minhas justificativas: necessidade de atualização e ampliação acerca das particularidades do trabalho que pode ser desenvolvido pelo assistente social na área de educação.

 

Em linhas gerais, o curso apresenta o seguinte conteúdo programático:

 

- A Política de Educação no Brasil;

 

- A interface da política de educação com as demais  políticas setoriais;

 

- O Projeto Ético-Político do Serviço Social;

 

- Instrumentais do Serviço Social;

 

- Particularidades do trabalho do assistente social na área de educação;

 

- Projeto de intervenção;

 

- Expressões da questão social no campo educacional;

 

- O trabalho do assistente social nas áreas: de Educação Infantil; Ensino Fundamental; Ensino Médio e Profissional; Educação Superior; educação Especial e Educação Popular.

 

Daqui pra frente, abordarei os aspectos significativos de nossos encontros.

 

criado por NRSE    22:39 — Arquivado em: Educação continuada em SeSo

23/9/08

Recente vitória do Cress/RJ na Mídia - II

 

A segunda recente vitória será transcrita abaixo. Foi a publicação na Coluna "Rio da Gente", do Jornal O Globo, do artigo de Fátima Grave Ortiz, na página 4, no dia 20 de setembro, "com a posição do Cress/RJ sobre política de assistência."

 

Coluna "O Rio da gente"

 

Mais assistência e perspectiva

Fátima da Silva Grave Ortiz - Presidente do Conselho Regional de Serviço Social - RJ

 

É um privilégio para nós, cariocas, poder admirar cotidianamente as belezas naturais da cidade do Rio de Janeiro, cenários de cartões postais reconhecidos mundialmente. Mas, não tem sido fácil viver nesta "cidade maravilhosa", pois não podemos fechar os olhos para inúmeros problemas que ela apresenta. Refiro-me à significativa quantidade de pessoas que perambulam, trabalham e vivem nas ruas da cidade - para estes, sem dúvida, não tem sido "maravilhoso"  viver aqui.

A cada ano, é visível o crescimento vertiginoso do número de pessoas que vive na rua. Famílias inteiras tiram das ruas suas estratégias de sobrevivência.

Se até então era possível se observar tal fenômeno na zona sul, hoje a esistência de expressiva população de rua já alcança os bairros da zona norte. Residindo no Cachambi há alguns anos, tenho observado o aumento de crianças que perambulam por suas ruas, sobretudo àquelas próximas ao Norte Shopping. Apesar do crescente número de pessoas na situação de rua, a cidade possui abrigos. Mas a questão é: por que estas pessoas preferem as ruas aos abrigos? A resposta é simples: não se retira pessoas da rua apenas colocando-as em um abrigo. Além da assistência às suas necessidades materiais imediatas, estas pessoas precisam de perspectivas reais de sobrevivência que superem sua condição de abrigada. O abrigo não serve apenas para alojar a população de rua, sobretudo em épocas de férias quando os turistas lotam a cidade.

É preciso uma política de assistência social que garanta ao abrigado a perspectiva de uma vida com acesso a direitos, o que siginfica apoiá-lo através de uma rede de serviços que devem funcionar conjuntamente. Isso exige o desnevolvimento de outras ações do poder público, que viabilizem acesso à saúde, educação, etc.. Cabe ao prefeito cumprir a Política Nacional de Assistência Social e o Sistema Único de Assistência Social. Esta população que vive nas ruas não pode continuar apenas a constranger a cidade com suas necessidade e mazelas. Precisa se tornar, de fato, alvo de atenção das políticas públicas desta cidade.

 

Fonte: www.cressrj.org.br e  jornal O Globo, Coluna "Rio da gente", p.4, em 20/09/2008.

criado por NRSE    0:13 — Arquivado em: Diálogo: Serviço Social e as Mídias

22/9/08

Recente vitória do Cress/RJ na Mídia - I

Nas minhas andanças virtuais ao Conselho Regional de Serviço Social - Cress/RJ, hoje tive notícias exitosas: duas das recentes vitórias - resultado dos investimentos em comunicação -, da atual gestão na conquista de maior visibilidade da profissão na mídia.

Vamos a primeira:

A presidente do Cress/RJ, Fátima Grave Ortiz,  teve sua carta publicada no último dia 18 de setembro, na Seção Carta dos Leitores, em resposta a uma tese polêmica defendida pelo então ministro da Secretaria de Assuntos Estratégicos, Mangabeira Unger, que foi publicada no dia anterior, com o título "Mangabeira quer obrigar jovens a prestar serviço social" (O Globo, 17/09, p.16 e capa).

 

A idéia que o ministro defende como parte do Plano Nacional de Defesa, por ele elaborado conjuntamente com o Ministro da Defesa, Nelson Jobim, segundo a matéria é a de que "…jovens de 18 anos que forem dispensados do serviço militar obrigatório sejam enviados ao interior do país, para serem aproveitados no serviço social obrigatório." 

Tal afirmativa favorece de fato, como é justificado pelo Conselho, uma recorrente confusão a nível a nacional, sobre o que seja Serviço Social.

 

Abaixo a íntegra da carta:

 

Serviço Social obrigatório:

 

Serviço Social é uma profissão regulamentada por lei desde 1957, não devendo ser confundida com oferta de serviços comunitários ou "força de reserva mobilizável" para situações de necessidade ou catástrofe. Neste mesmo sentido, Serviço Social não é caridade, nem se confunde com assistência social (que é uma das políticas públicas  em que atua o assistente social) ou com assistencialismo (contraponto da perspectiva do direito e da necessária proteção social a ser oferecida pelo Estado).

 

Serviço Social se refere a uma profissão de mulheres e homens que atuam na realidade social atendendo demandas dos usuários das políticas sociais, elaborando, executando e avaliando programas e projetos que sejam capazes de atender às necessidades básicas da população. Assim, "fazer Serviço Social" exige formação universitária e registro no conselho profissional do Estado em que o assistente social atue profissionalmente.

 

Fátima da Silva Grave Ortiz

Presidente do Conselho Regional de Serviço Social - RJ

 

Fonte: www.cressrj.org.br - 22/09/2008; Jornal O Globo, 18/09/2008, Seção Carta dos Leitores e O Globo, 17/09/2008, Editoria: O País, Primeiro Caderno, p. 16.

 

criado por NRSE    23:53 — Arquivado em: Diálogo: Serviço Social e as Mídias

17/9/08

Foi cinqüenta anos depois… nem sonhava!

 

Anteriormente, já revelei minha paixão pela poesia. Confesso que sempre travo um "duelo" íntimo quando tenho que dizer qual seria o meu poeta predileto. O amor e gosto são por todos, mas, há uma admiração instigante: Manuel Bandeira.

 

Esta semana anda assim chuvosa, um friozinho que só dá vontade de ficar em casa; claro que se não tiver nada de urgente a fazer. Como já fiz tudo o que precisava fazer, peguei o "Estrela da Vida Inteira", do Bandeira.

 

Hoje, especialmente, estou também nublada como o dia, mas não há chuva (choro), só a saudade…  Li outra vez a sua bibliografia e aí, descobri que em 1994 (não lembro-me do dia/ mês), estive dentro do prédio onde o "meu poeta"  morou.

 

Imaginem, Manuel Bandeira, morou por lá. Fiz há pouco, as contas,

entre a data que consta o endereço em sua bibliografia e a que estive no prédio: marcaram cinqüenta anos.  Estive em um dos seus espaços físicos de criação após todo esse tempo.

 

Senti-me honrada duplamente, pois, também fui a trabalho, num espaço de criação que existiu por lá, no Edifício São Miguel, 406, na Avenida Beira-Mar. O apartamento do poeta naquele prédio era o 409.  Agora entendo o ar e estilo daquele prédio.

 

Este ano, tive alguns encontros, não espirituais, mas, esculturais com o poeta. Trabalhei naquele prédio de esquina, na avenida Presidente Wilson, 231, ao lado da Academia Brasileira de Letras. Na lateral deste prédio, há uma praça onde está o Manuel Bandeira, sentado à mesa com seu instrumento de trabalho: a máquina de escrever (outra referência é que a praça fica em frente à Igreja de Santa Luzia).  Sempre lhe dava bom dia!

 

criado por NRSE    14:18 — Arquivado em: Cotidiano, Reminiscências

Um espaço de discussão do direito educacional

 

Senti na carne mais de uma vez, os aspectos positivos relativos aos avanços da tecnologia da informação, em particular a internet.

 

Depois de um longo tempo sem ter notícias de um mestre-parceiro - Prof. Joberto Luiz de Sales -, da época de minha vida acadêmica, num dos meus passeios no ciberespaço o reencontrei através de uma visita virtual à universidade, na qual ele trabalhava na cidade de Campos dos Goytacazes - RJ. O curioso é que trabalhei na cidade em 2003 e, morei próximo à sua casa - o meu roteiro de ida ao trabalho me fazia passar na porta de sua residência -, e nunca nos encontramos. O reencontro se deu primeiramente através da internet em 2006 e, depois numa ida a Campos em 2007; fui prestar uma prova de um concurso público na área de saúde, acompanhada de duas amigas e de meu tio L., que nos levou de carro.

 

O Prof. Joberto foi bastante atencioso com todos nós. Mesmo num espaço de tempo curto, matamos a saudade, falamos sobre nossos projetos pessoais e profissionais.

 

Relembramos de algumas discussões sobre temas relativos às políticas sociais; matéria que ele ministrava na faculdade e, que nós (eu e a turma) queimávamos as "cacholas", nos debates. O seu olhar sociológico impunha uma direção mais clara às opções que cada grupo de alunas (os) optava para guiar e estruturar sua futura atuação profissional como assistentes sociais. Havia o grupo de postura Funcionalista e outro Histórico-Estrutural. Às sextas-feiras, depois da última aula, íamos a um dos bares, no em torno da faculdade para continuarmos os questionamentos… Era "massa!" Que tempo bom!!

 

Hoje, Prof. Joberto Sales amplia e disponibiliza as discussões, utilizando o espaço do seu blog, recém-criado: http://educadireito.blogspot.com . Neste espaço serão disponibilizados artigos relacionados à educação e ao direito (e afins), numa interface entre os dois temas, abordando assim o "…direito educacional - que é muito pouco discutido." Valerá à pena participar desse espaço.

 

Nota:  Joberto Luiz de Sales é:

Mestre em Cognição e Linguagem - Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro - UENF - 2002;

Graduado em Direito - Faculdade de Direito de Campos - FDC - 2003;

Graduado em Ciências Sociais - Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro - UFRJ - 1983.

Atualmente é professor da Faetec - Fundação de Apoio às Escolas Técnicas do Rio de Janeiro e advogado nas áreas do Direito Civil, Trabalhista e Consultoria em DIreito Educacional.

 

criado por NRSE    12:47 — Arquivado em: Diálogo: Serviço Social e as Mídias

14/9/08

Dedico a um amigo (a)…

Qual o significado da palavra amigo? De imediato, o olhar que tenho, sem buscá-lo através do dicionário, é o sentimento de partilha e troca que procuro estabelecer com as pessoas das minhas relações afetivas; de coisas positivas, ou não, que decorrem em nossas existências.

 

Mas, o tempo passa, as fases da vida e o modo de percebê-lo vai se modificando. Em alguns casos esses laços se estreitam de maneira indestrutível, em outros se esfumaçam na medida em que os "incêndios" que precisamos apagar, conjuntamente, são extintos. Assim, as fumaças se dispersam e, a vida segue seu fluxo, não sendo mais indispensável a presença física de um ou do outro. O quê pode ser ressentido por uma das partes, por ambas, ou até por nenhuma delas.

 

Isso acontece e é uma via de mão dupla, ou seja, muitas vezes, nós nos figuramos ao lado um do outro como insubstituível e indispensável. Em ambas as existências, porém, há casos em que somos apenas volátil. Faço, no entanto, uma observação, mesmo que aconteça essa volatização, hoje prefiro sempre, trazer as lembraças que me possibilitaram situações amistosas, alegres, solidárias com quem defini como amigo. Todas são as lições que trocamos reciprocamente, no tempo de convívio e, daí não dá para priorizar só o lado cor de rosa da vida, pois ela é multiforme. E, é um aprendizado diário…

 

O Aurélio significou que amigo é " que é ligado a outrem por laços de amizade; amistoso; homem amigo ou companheiro; protetor."  São quatro definições que ressaltam palavras-chave: laços; amizade; amistoso; homem; companheiro e protetor.

 

Simbologias que se buscam, essencialmente para que o sentido de existir tenha um significado a mais. Se buscarmos na filosofia explicação, haverá inúmeros sentidos; confesso que não tenho ainda este saber, apenas o sentimento que carrego dentro do peito.

 

Através da reflexão que me propus a fazer e o do sentimento que trago como ingrediente que me dá sustentação para prosseguir vida a fora, não posso jamais deixar que meus amigos sejam voláteis. Preciso trazê-los para perto de mim, para o meu cotidiano, mesmo que de pronto soe como um pressuposto egoísta; que só acontece se não percebermos o valor das trocas que se estabelece ponto a ponto.

 

Na verdade, meu desejo maior é o de respeitar a minha e a sua individualidade, amigo, contudo, somos seres que precisamos cultivar a sociabilidade, a convivência. Como é maravilhoso podermos compartilhar um sorriso franco, um abraço apertado ou, mesmo, uma lágrima sofrida… Até um simples olhar pode muitas vezes significar uma valorosa cumplicidade.

 

Dedico a um amigo (a)… VOCÊ. Meu desejo - que nutro incessantemente - , é que haja sempre em sua vida a superação dos desafios que ela lhe impor; dos alcances de todos os seus objetivos sejam eles: sentimentais e afetivos; profissionais e materiais e os espirituais: a sua ligação com O Supremo, seja lá como você o conceba.

 

É do fundo do coração.

criado por NRSE    23:15 — Arquivado em: Cotidiano

13/9/08

O Laboratório de Dados Sociais - LAB10

 

Nas minhas  visitas diárias aos sites acadêmicos ligados ao Serviço Social, estou sempre encontrando vieses interessantes, que pretendo socializar por aqui.

 

Um deles diz respeito ao site Laboratório de Dados Sociais - LAB10, da Escola de Serviço Social da UFRJ, que é um dos sites de núcleo de pesquisas, lá existentes. Um adendo é que todos presentes nesse espaço são muitos interessantes.

 

O meu olhar neste universo, me fez ter ciência sobre a função social que o laboratório estabelece como missão; o que me encorajou a inscrever-me no site e, desse modo poder ter acesso a informações por ele produzidas.

 

E, assim, tive o prazer de ter notícias sobre a pesquisa promovida pelo LAB10, cuja liderança é exercida pelo Prof. Dr. Pedro Simões, que conta com a colaboração da Profa. Dra. Luciana Zucco e de alunos de pesquisa.

 

O Prof. Pedro  Simões, esclareceu que a demora para a divulgação "se deve a tentativa de publicação, com recursos dos órgãos de apoio a pesquisa."

O universo  contou com a participação de 1.953 alunos, conforme se pode observar abaixo:

   

Vejo como significativo o propósito engendrado com essas pesquisas, pois elas irão proporcionar olhares mais visíveis e concretos sobre os perfis dos alunos que optam pela carreira e os profissionais de serviço social.

 

Em linhas gerais, o LAB10 foi criado em 2006, a partir do financiamento de pesquisa realizado pela Fundação Universitária José Bonifácio -FUJB, através do programa Antonio Luiz Vianna de Apoio ao Docente Récem-Doutor.

 

Em 2007, recebeu apoio da Fundação de Amparo a Pesquisa Carlos Chagas (FAPERJ), para execução de investigação com alunos e profissionais de serviço social.

 

O LAB10 é reconhecido como um dos grupos de pesquisas da UFRJ e é registrado no CNPq, no diretório de Grupos de Pesquisas.

 

O contato pode ser feito através da Escola de Serviço Social: Av. Pasteur, 250 - Fundos - Sala 22-4 - Urca - RJ. Telefone/fax: (021) 3873-5416. E-mail: lab10@ess.ufrj.br.

 

Fonte: www.ess.ufrj/~lab10/ e E-mail: LAB10 - Informe 1 - 10/09/08.

criado por NRSE    22:53 — Arquivado em: Diálogo: Serviço Social e as Mídias

12/9/08

Mapa da exploração sexual infanto-juvenil

 

A Secretaria Municipal de Assistência Social (SMAS - RJ), publicou no último dia 10 de setembro, no D.O. do município, o mapa da exploração sexual de crianças e adolescentes na cidade do Rio de Janeiro.

 

O levantamento foi feito através de abordagens diárias feitas por assistentes sociais e educadores sociais da secretaria, nas ruas da cidade.

 

Os bairros onde ocorrem tais explorações são: Centro, São Cristovão, Copacabana, Méier, Madureira, Irajá, Pavuna, Jacarepaguá, Barra da Tijuca, Bangu e Campo Grande.

  

Foto: Mapa da Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes na Cidade do Rio de Janeiro - D.O. Eletrônico, 10-09-08.

 

 

A SMAS-RJ também disponibiliza atendimento às vítimas de violência sexual através do Serviço de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes (SECABEXS). Há ainda a Operação Resgate que funciona 24h, no telefone 9923-0966 e de segunda a sexta-feira, no número 2205-0247.

 

Os endereços onde funcionam os SECABEXS são:

Centro Municipal de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes -

CREAS Maria Lina de Castro Lima - Rua São salvador, 56 Laranjeiras;

CREAS Nelson Carneiro - Rua Professor Lacê, 57 - Ramos;

CREAS Professora Marcia Lopes - Rua Comendador Pinto, 02 - Campinho;

CREAS Dina Sfat - Rua Três Marias, s/nº - Vila Catiri; e

CREAS Padre Guilherme Decaminada - Rua Lopes de Moura, 46 - Santa Cruz.

 

Fonte: D.O. Eletrônico do Município, de 10-09-08 - Secretaria Municipal de Assistência Social -  http://doweb.rio.rj.gov.br.

 

 

criado por NRSE    0:27 — Arquivado em: Diálogo: Serviço Social e as Mídias

11/9/08

“Temas Atuais” - O Chat do CRESS-RJ

 

O Conselho Regional de Serviço Social – RJ vem viabilizando um espaço on line para discussões de diversos de temas que constituem a práxis dos assistentes sociais. O espaço denominado “Temas Atuais” foi inaugurado no início de abril de 2008.

No próximo dia 16 de setembro, às 18h, será abordado o tema “Estatuto da Criança e do Adolescente”, com a convidada Márcia Nogueira, assistente social do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, desde 2002, na área de Infância e Juventude.

Quem tiver interesse e disponibilidade de participação, o espaço para inscrições é aberto uma hora antes. O endereço do site é: WWW.cressrj.org.br.

 

Caso não haja essa possibilidade, o CRESS-Rj tem disponibilizado os bate-papos em seu site. Para ajudar na busca, foram eles, por ordem decrescente de data:

 

03/09  - "Constituição Federal – 20 anos”
Tatiana Dahmar – assistente social e diretora executiva da Abong;

23/07 - “Previdência Social”
Marinete Cordeiro Moreira – assistente social do INSS e Conselheira do CFESS.

07/05 - “Os desafios do Serviço Social no mundo e a  Conferência   Mundial dos Trabalhadores Sociais”
Carlos Montaño – Professor da ESS-UFRJ.

09/04 - Inauguração do Chat
Mavi Rodrigues – Professora da ESS-UFRJ.

Vale a pena conferir e socializar as informações.

criado por NRSE    9:55 — Arquivado em: Diálogo: Serviço Social e as Mídias

10/9/08

Sete anos de dor…

 

Na próxima quinta feira, 11 de setembro, completam-se sete anos dos atentados terroristas nos Estados Unidos.

Lembro-me dos ataques às Torres Gêmeas, transmitidos pelas emissoras de televisão. Estava em companhia de minha mãe, no Hospital Clementino Fraga Filho – o do Fundão. Seria o reinício de suas sessões de quimioterapia.

Todos nós amarrados em nossos dramas pessoais. Naquela sala, onde além das drogas utilizadas na busca da cura de alguns, pelas chances concretas que possuíam; no alívio de outros, cuja doença perversa não teria mais como ser extinta, havia o que de muito era relevante e, extensivo a cada paciente; a cada acompanhante: a dedicação no trato, por parte de toda equipe médica, mas destaco os que em particular acompanharam “nosso caso”: Dr. Roberto Calmon e Dr. Múcio; além de todas as enfermeiras que ministravam as doses de quimio, nas diversas sessões, de cada paciente.

A sensibilidade de todos naquela manhã, ficou marcada em meu peito, diante daqueles fatos dramáticos que assistíamos pela televisão, sem nenhuma compreensão do que estava acontecendo. Mamãe me apontava a TV e dizia “o que é isso; o que é isso, meu Deus!!

Nunca me esqueci dos diversos olhares de espanto e terror de todos ali presentes na sala, na hora em que foi transmitido o choque do segundo avião às Torres Gêmeas e, de ver o ato de ajoelhar-se de um dos médicos, que não se conteve em mostrar o seu alívio, ao dizer que estivera visitando em férias, aquele local, há pouco tempo atrás.

Penso que diante de tal ato que ele protagonizou fez-nos, conjuntamente, pensarmos que aquela dor que nos atingia, pela solidariedade às vítimas e familiares, poderia nos ter transformado também em protagonistas de mais este drama, além dos que já estavam presentes em nossas vidas.

criado por NRSE    23:44 — Arquivado em: Reminiscências
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