Olhos D’Água

Uma nascente de expressão e troca de idéias… sobre o cotidiano; reminicências e as Mídias e o Serviço Social.Mas, há espaço para a poesia; a música; o humor etc. e tal…

15/7/09

Haste la vista baby!!

 

Sou eu!!!

Pensei que já estava de volta… Mas terei de ficar um pouco afastada.

Quero agradecer muitíssimo pelos acessos aqui em “nosso” Olhos D’água. É muito legal ver que já ultrapassamos as 4.000 visitas e, sabemos que nos últimos tempos tivemos de ficar um “pouquinho” afastada.

Planejei reorganizar os assuntos a serem tratados sobre nossa profissão; sobre os projetos de lei que estão correndo no Congresso Nacional - na verdade que ficaram de molho -, mas essas informações podem ser apuradas nos sites dos nossos Conselhos Regionais - o do Rio o CRESS-RJ e no CFESS - que é de lá que apuro muitas notícias.

O meu afastamento será breve, e peço que não deixem de visitá-lo, de me enviar sugestões e assuntos para que possamos ampliar a discussão.

UM BEIJÃO A TODOS E, HASTE LA VISTA BABY!!

Nelma Espíndola

criado por NRSE    21:45 — Arquivado em: Cotidiano

11/7/09

À volta ao ciberespeço… já!

 

Sei que estou um tanto “sumida” deste espaço. Mas tive de me dedicar a umas “coisas” pessoais que me consumiram algum tempo… O resultado dessa dedicação foi ótimo! Resgatei um tempo… Um em que eu me dedicava à criação… (rsrs) Irei ver o impacto dela amanhã, na festa de aniversário da princesa A.C. que completa dois anos.  Ah! Não pense que todo o cenário da festa foi meu o projeto. Nananinanão!!

Foi só um detalhe nas mesas… Quem viu gostou. Daí valeu à pena a dedicação em fazê-lo, com a ajuda de duas queridas amigas. Tudo foi feito com muito, muito carinho.

Daí agora estou de volta e tenho muito o quê fazer por aqui!!!!

Então, vamos ao trabalho.

criado por NRSE    23:00 — Arquivado em: Cotidiano

1/7/09

Divulgando… “O serviço Social está mais valorizado”. Deu no Estadão.

 

Divulgando…  O Serviço Social na mídia.

A professora Mione Sales (FSS/UERJ), sempre atenta com a visibilidade do Serviço Social nas mídias, enviou-me a matéria abaixo, que foi publicada no site do CFESS:

 

Estadão afirma que serviço social está mais valorizado no país

Reportagem consulta CFESS e CRESS e constata evolução

Os esforços dos assistentes sociais em conscientizar o cidadão quanto aos seus direitos e o crescente reconhecimento da categoria viraram notícia. No dia 19 de junho, o jornal Estadão noticiou a valorização do mercado de trabalho na área e o aumento na oferta de cursos de Serviço Social.

Na entrevista, a assessora especial do CFESS Ana Cristina Abreu explicou o aumento da procura por profissionais do Serviço Social. “É um reflexo direto da evolução das políticas públicas”, afirmou, dando como exemplo a instalação do Sistema Único de Assistência Social (Suas), em 2005, que criou novas oportunidades de trabalho.

A presidente do CRESS-SP, Áurea Fuziwara, ressaltou a necessidade de uma grande contratação de assistentes sociais pelo Instituto de Previdência Social, para garantir acesso da população à reabilitação profissional. “A Previdência realizou concurso no ano passado, depois de uma lacuna de 30 anos, mas chamou apenas 886, dos 1,6 mil necessários”, lamenta.

O Estadão também destacou uma maior propagação dos cursos de Serviço Social, além da ampliação da demanda nos Núcleos de Atendimento à Família (NAF) e nos Centros de Atenção Psicossocial (Caps).

 

Serviço social está mais valorizado

Categorias: MERCADO DE TRABALHO, PLANEJAMENTO DE CARREIRA, ÚLTIMAS NOTÍCIAS
andyreis / Stock.xchng

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O mercado de trabalho para assistentes sociais vem sendo gradativamente ampliado nos últimos cinco anos no Brasil. “É um reflexo direto da evolução das políticas públicas”, diz a assessora especial do Conselho Federal do Serviço Social (CFESS), Ana Cristina Abreu. É resultado do que Cristina chama de “evolução” das políticas públicas com, por exemplo, a instalação, a partir de 2005, do Sistema Único de Assistência Social (Suas), que, a exemplo do SUS, municipaliza as ações na área.

O impacto do Suas no mercado de trabalho ocorre com a criação de postos de atendimento municipais. Desde 2005, segundo o Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome, que coordena os trabalhos, foram criados 5.142 centros de referência de assistência social (Cras) e outros 1.434 centros de referência especializados. Cada um deles emprega ao menos dois assistentes sociais.

Há ainda a ampliação da demanda nos Núcleos de Atendimento à Família (Naf) e nos Centros de Atenção Psicossocial (Caps), na Saúde. O Caps substitui as internações em sanatórios de doentes mentais e é reflexo da evolução na política de atendimento dessa população.

Como o Suas e o SUS municipalizaram as ações, as vagas estão concentradas nas prefeituras, mas há movimentação grande também em autarquias e nos poderes públicos federais. “Um relatório feito por um grupo de trabalho interministerial em 2007 apontava para a necessidade de contratação de 1,6 mil assistentes sociais pelo Instituto de Previdência Social, apenas para garantir acesso da população à reabilitação profissional”, conta a presidente do Conselho Regional de Serviço Social de São Paulo (Cress-SP), Áurea Fuziwara. A Previdência realizou concurso no ano passado, depois de uma lacuna de 30 anos, mas chamou apenas 886, dos 1,6 mil necessários.

Situação semelhante é encontrada no Poder Judiciário - um dos maiores empregadores do setor e o que oferece os melhores salários, segundo Ademir Silva, professor de Política Social da PUC-SP -, obrigado a ampliar as vagas pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

“O estatuto determina a criação de um grupo interdisciplinar, com profissionais como psicólogos e assistentes sociais, que devem subsidiar o trabalho do juiz”, explica Áurea.

Com a publicação no ano passado de uma resolução do Conselho Nacional de Justiça determinando a contratação desses profissionais, foi realizado um concurso público. “O Judiciário, no entanto, ainda não convocou os profissionais alegando falta de recursos”, conta Áurea.

EMPREGO PÚBLICO - Pesquisa realizada em 2005 pelo CFESS mostra que mais de 80% dos então 74 mil assistentes sociais com registro no conselho estavam empregados em postos do poder público; de 6% a 7% nas Organizações Não-Governamentais (ONGs) - um campo de trabalho crescente -; e outros 10% nas empresas privadas, que também estão ampliando as vagas no setor em função da adoção de políticas de sustentabilidade, que envolvem ações de responsabilidade social. O assistente social é, portanto, basicamente um “funcionário público”, e Cristina diz que é assim que deve ser. “Nossa missão é garantir o cumprimento dos direitos do cidadão, conscientizá-lo desses direitos e ajudá-los a se organizar coletivamente. Portanto, o campo de trabalho sempre estará centrado no poder público”, explica.

O conselho deve iniciar uma nova pesquisa nesse sentido, para atualizar os dados, mas Cristina não acredita que essa proporção tenha mudado significativamente, mesmo com a ampliação das atividades de ONGs e das empresas na área. “Teremos, sim, aumento considerável no número de profissionais registrados”, diz.

Até setembro de 2008, o CFESS tinha 84 mil assistentes sociais registrados, sendo 22 mil deles apenas no Estado de São Paulo. “Hoje, esse número deve ter aumentado em pelo menos 3 mil novos profissionais ou mais”, diz.

O número de registros é usado pelo conselho como um termômetro do mercado, já que, para trabalhar, o assistente social precisa dele, por determinação legal. “Em geral os profissionais buscam o registro quando encontram um trabalho”, explica Áurea. Em São Paulo, foram feitos 985 registros em 2004. Em 2008 esse número subiu para 1.445, um aumento de 18%.

O conselho registra também um aumento na oferta de cursos de Serviço Social, especialmente pelas universidades privadas, o que é considerado outro indício de aumento do mercado de trabalho. Na Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU), por exemplo, as matrículas no curso Serviço Social cresceram 122% este ano, em relação a 2008.

PERFIL DO ASSISTENTE SOCIAL - Segundo o manual “A profissão de Assistente Social”, de Ademir Silva, editado pela PUC-SP, este é o perfil do assistente social:

Campo de atuação - É um profissional do setor de serviços, a maioria no poder público. Trabalha no meio urbano, como assalariado. Os autônomos são apenas 1,2% do total. A jornada de trabalho é de 30 horas a 40 horas semanais

Vínculos Empregatícios - 11,07% têm mais de um emprego. A maioria trabalha em instituições públicas: 40,97% municipais, 24% estaduais e 13,19% federais. Nas instituições privadas são 13,19%, e no terceiro setor, 6,81%

Gênero e idade - Cerca de 3% dos profissionais são do sexo masculino, 5% têm entre 20 anos e 24 anos; 25% de 45 a 49 anos; 30% de 25 a 34 anos e 38% de 35 a 44 anos

Religião - 67,65% são católicos; 12,69% protestantes; 9,83% espíritas kardecistas, seguidos pelos demais, dentre os quais 7,92% se declaram agnósticos

Renda familiar - Mais de nove salários mínimos para 37,12%; de quatro a seis salários para 30,53%; de sete a nove salários para 21,95% e até três para 10,4%S

Reprodução: CFESS

Agradecimentos a professora Mione Sales (FSS/UERJ).

criado por NRSE    1:05 — Arquivado em: Diálogo: Serviço Social e as Mídias
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